De novo!

24/10/2016

 

É triste acordar escutando que mais uma vida se perdeu por engano, agora um chefe de família que foi morto na semana passada, na frente da sua filha de quatro anos, no estacionamento de um supermercado. Inclusive a menina foi atingida por um tiro, felizmente parece que está se recuperando bem. Até quando teremos que escutar estas notícias? Quantos precisaram morrer por engano?

 

Esta onda de criminalidade que toma conta da sociedade, está associada à falta de uma base familiar e de limites, à perda de valores éticos e morais, à permissividade, ao uso de drogas lícitas (álcool) e ilícitas, porque ninguém nasce delinquente. Estes são vítimas da falta do olhar das figuras parentais, de não terem quem lhes orientem e digam o que podem ou não fazer.

 

É um problema político-social, claro que sim! As nossas leis precisam urgentemente serem revistas. O adolescente tem o direito de votar aos dezesseis anos e também deve ter o dever de responder por suas atitudes. Não dá para eles matarem e quando chegarem aos dezoito anos terem sua ficha limpa. Penso que não é só o menor que mata que deve ser punido, mas os responsáveis por ele também, visto que não fizeram sua obrigação de educar e orientar o filho.

 

Sabe-se que o sistema prisional também tem que ser revisto. Os presídios, infelizmente, ajudam os presidiários adoecerem mais. É previsto que o indivíduo que cometeu algum delito fique recluso para se recuperar, porém, isto não acontece na totalidade na prática. Alguns ficam reclusos, mas sem nenhuma assistência. Ficam pensando e comandando a criminalidade de dentro do presídio. Sabe-se que a forma como os presídios vem sendo administrados é falha, tanto que entra droga, celular, etc.

 

O indivíduo que está encarcerado precisa de um acompanhamento psiquiátrico e psicológico, precisa ter atividades que o façam produzir algo que lhe gere renda para o sustento da sua família e não o Estado ficar pagando um valor significativo como paga.

 

Matar por engano está se tornando tão banalizado como a violência, como se fosse possível reverter a situação. Isto é muito triste, pois mostra o quanto o ser humano está desvalorizando a vida. A dor da perda já é difícil e ao saber que foi por engano deve ser muito pior.

 

Frente a tudo isto é que resolvemos criar o projeto “Para Viver Basta Estar Vivo”. Queremos não dar ênfase a violência, mas à importância da vida. O valor que esta tem, para tanto, buscaremos trabalhar a raiz do problema, ou seja, a família. Venha participar conosco! Busque informações através do meu e-mail que está no site.

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